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Sunday, March 25


foi com indignação que soube que uma catarinense naquele zoológico de testosterona, o 'famoso' big brother, soltou uma inadmissível. eu não sou fã da festa que consagra (?) Blumenau, mas dizer, em rede nacional, que a festa é um 'monte de bêbado caindo em cima de ti' é não ter coração catarinense. sou catarinense de coração sim, sou blumenauense de coração e não troco a minha cidade por nenhuma outra, no brasil. e, pasmem, o secretário de turimo de blumenauconvidará-a para passar na oktoberfeste deste ano e conhecer desde a muvuca na vila germânica até os camarotes. aquela pobre garota de taió (que segundo ela fica no 'interior, interior, interior, interior de santa catarina) não sabe o que tem na cabeça. eu não assistou ao programa, mas o Jornal de Santa Catarina reservou várias páginas para ela nesta semana. na sexta feira, publicou na capa do caderno 'Lazer' uma matéria falando da animação que está a cidade natal dela. de como existem fãs dela por lá (nada contra quem agüente ela). e no jornal do final do semana, o Santa publica mais meia página do Geral para ela. eu já nunca gostei muito do jornal, mas sou um leitor assídio, já que é um dos únicos na região. vender-se pra globo não é legal. monopolizar a comunicação no rio grande do sul e em santa catarina é errado.
bem, vou com a opinião de Valther Ostherman (que até que enfim falou certo), 'estamos dando muita importância a quem não merece'. ele completou a frase com algo como '...vamos nos preocupar se a câmara de vereadores vai fazer mesmo uma nova sede antes de sanearem blumenau...' ou até '...e esses pingos de ar condicionado na xv?...'
prefiro ficar com 'ela não tem importância alguma', melhor, 'a futilidade nacional, conhecido como big brother, não tem importância alguma'.

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Sunday, March 18


hoje eu quero agradecer pelos meus amigos. por todos aqueles em que posso confiar, contar meus segredos, falar besteiras, enfim, coisas de amigo. mas quero agradecer em especial a um. um que eu conheci MUITO do nada. ele, muito metido, claro HAHA, veio ao meu antigo flickr e me deixa um comentário super simples. mas foi nesse 'simples' que eu fi achar o meu melhor amigo. hoje, por destino, realmente, estudamos na mesma sala, temos sonhos juntos e nunca vamos nos separar. pode parecer superficial, mas sonhamos mesmo. temos vaaaaarias coisas em comum. e isso não fica só nas músicas. mas sim em tudo! tudo mesmo.
erme, obrigado por tua amizade. és MUITO importante pra mim. bom saber que tenho sempre um ombro amigo, um cara pra eu poder contar todos os meus segredos e problemas. e tu sabes que eu tô aqui pro que der e vier.
te adoro, MELHOR amigo.

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Sunday, March 11


as pessoas mudam, e eu não culpo ninguém. todos podem mudar. eu já mudei, meus amigos já mudaram, minha família já mudou. mudança gera controvércias. ou então pode gerar contentamento.
as mudanças que começaram a ocorrer em minha vida são normais, fazer faculdade não é mais estar naquela velha rotina de ensino médio. e foi uma mudança radical, como também especial. só não queria que algumas simples coisas mudassem. simples. muito simples.

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Sunday, March 4


essa semana eu pude perceber como a minha rotina mudou em relação ao ano passado. agora começo a entender por que os mais velhos tem o costume de dizer que o tempo voa. e voa mesmo. estou eu aqui, num domingo de tarde, e mal vi meu sábado passar com suas vinte e quatro horas. essas vinte e quatro horas vem diminuindo. será que fomos nós que a diminuimos ou a realidade que nos cerca? não quero entrar numa discussão sobre tempo, quantidade de tempo, qualidade de tempo. acabaria na aula de psicologia que tive na sexta-feira.
quando eu era criança, via o tempo passar muito lentamente, eu somente esperava cinco coisas durante cada ano. o primeiro dia de aula. a páscoa. meu aniversário. o último dia de aula. o natal. eram os momentos marcantes da minha vida. na páscoa, no meu aniversário e no natal, eu ganhava presentes. ô, e como isso anima crianças, certo? e primeiro e último dia de aula são sempre aquela festa. ainda lembro do meu último dia de aula na sétima série, dançamos uma música super da moda naquela época. e pude me despedir dos meus "amigos" (entre aspas sim, já que daquela escola não tenho boas recordações), já que mudaria de escola.
minha infância foi ótima. moro em uma casa relativamente pequena, mas o jardim é enorme. grama e árvores por todo lado. e isso é céu para uma criança com dois irmãos e uma prima. brinquei de todas as brincadeiras existentes. chuta-lata, pega-pega, pega-congela, coelhinho-sái-da-toca, esconde-esconde... tomei milhares de banhos de chuva, banhos de mangueira. banho de banheira então? quatro crianças expremidas na água quentinha! quantos piquiniques no jardim. levávamos suco de maracujá e nega-maluca, uma toalha e copos. era uma festa! acho que não posso contar as quantas brincadeiras de imaginar que tivemos. já fomos super-heróis, órfãos, filhos de rei e rainha, policiais, detetives. realmente, nossa imaginação sempre foi fértil. nunca tive video game. ganhei meu computador aos 14 anos e não sentia falta dele antes. adorava jogos de mesa. odiava ir na casa de um amigo pra jogar video game, achava aquilo ridículo. oras, brincar com a televisão? eu mal a assitia. preferia acordar e chamar meus dois irmãos e minha prima na casa ao lado para brincarmos mais. e a tarde irmos todos para a mesma escola. voltávamos, e mais brincadeiras.
tive infância, e continuo tendo-a. acho que sou uma eterna criança, recebo críticas por isso. elogios são poucos. mas acho que esse meu jeito criança me motiva mais ainda a ajudar no trabalho com crianças na Igreja. eu acho aquilo o máximo. minhas calças jeans que falem. elas não voltam limpas não! rolar no chão, brincar no parquinho, mais pega-pega, mais esconde-esconde, se lambusar com chocolate ou doces. ser criança.

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Paul Diether, 17 anos. Apaixonado por música, fotografia, bons livros, cinema, amigos e pessoas que o façam rir. Estuda jornalismo. Cristão por opção. Fala inglês, mas pratica esporaticamente. Deveria falar alemão fluente, mas como deixou de praticar, esqueceu quase tudo. Acha que precisa fazer do mundo um lugar melhor, mas não sabe como. Bem, e quem também não quer fazê-lo um lugar melhor?


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